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Produção industrial cresce pelo 4º mês consecutivo

img class=wp-image-2827 src=http://www.legnetbrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/08/LYNXNPEAAJ0BK_L.jpg alt=El sector privado alemán crece a mínimos de 16 meses en noviembre width=411 height=274 / Produção industrial cresce pelo 4º mês consecutivo

A a class=external-link title= href=http://saladeimprensa.ibge.gov.br/noticias?view=noticiaamp;id=1amp;busca=1amp;idnoticia=3226 target=_selfprodução industrial/a voltou a crescer no Brasil e assumiu uma tendência de alta. Pelo quarto mês consecutivo, registrou taxa positiva, um avanço de 1,1% na comparação entre maio e junho. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e foram divulgados nesta terça-feira (2).

Esse a class=external-link title= href=http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/imprensa/ppts/00000026783508112016352602189128.pdf target=_selfindicador/a é importante porque a indústria só produz se ela tiver confiança que no futuro conseguirá vender seus bens. Mais produção também significa, em algum momento, mais emprego e, em última instância, ajuda a impulsionar o Produto Interno Bruto (PIB).

André Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do IBGE, explicou que essa tendência de alta tem sido influenciada por bens de capital, segmento da indústria que fabrica itens que podem gerar mais riqueza, a exemplo de máquinas e equipamentos para construção.

Uma economia que incrementa a produção de bens de capital se prepara para, em algum momento, aumentar os investimentos. Como em um círculo virtuoso, quando esses projetos saem do papel, geram emprego, renda e crescimento para o País.

strongInvestimentos e emprego/strong

Segundo Macedo, os bens de capital registraram alta de 2,1% entre maio e junho, a sexta alta consecutiva no indicador. “Há uma manutenção da tendência de alta”, observou o técnico.

Essa recuperação também está disseminada. Entre os 24 ramos observados pelo IBGE, 18 apresentaram taxas positivas em junho. A principal influência positiva veio de veículos automotores, reboques e carrocerias com 8,4% de alta.

Outras contribuições vieram de perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal (4,7%); metalurgia (4,7%); confecção de artigos do vestuário e acessórios (9,8%); artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (10,8%); produtos farmoquímicos e farmacêuticos (4,4%); e produtos de borracha e de material plástico (2,4%).

span class=discreetFonte: Portal Brasil, com informações do a class=external-link title= href=http://www.ibge.gov.br/home/ target=_selfIBGE/a/span