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O Brasil se antecipa e reduz em 34% consumo de substâncias que prejudicam camada de ozônio

h1 class=documentFirstHeadingimg class=alignnone size-full wp-image-4327 src=https://www.legnetbrasil.com.br/wp-content/uploads/2017/09/camada-de-ozonio.jpg alt=camada de ozonio width=600 height=400 //h1
h1 class=documentFirstHeadingPaís é signatário do Protocolo de Montreal que prevê a queda no uso de compostos nocivos, como o de hidroclorofluorcarbonos (HCFCs), usados pelos setores de refrigeração e espumas/h1
O Brasil antecipou resultados na proteção da camada de ozônio, com a redução do consumo de hidroclorofluorcarbonos (HCFCs) pelos setores de refrigeração e espumas. O País cortou em 34% o uso desses compostos nocivos.

Esse estrato é responsável por filtrar os raios solares, cuja incidência está associada ao aparecimento de doenças como o câncer de pele e ao aquecimento global. A antecipação do resultado foi de três anos pelo Brasil.

A medida faz parte de um acordo internacional entre países em desenvolvimento. Há 30 anos, foi ratificado com a assinatura do Protocolo de Montreal.

Em vigor desde 1987, o Protocolo de Montreal tem a adesão de 197 países que trabalham para eliminar gradativamente substâncias nocivas à camada de ozônio. Entre elas, estão os clorofluorcarbonos (CFCs), antes encontrados em geladeiras, e os HCFCs.

O Brasil aderiu ao Protocolo em 1990 e, em 2010, zerou o consumo dos CFCs. Embora tenham menor potencial de destruição da camada de ozônio, os HCFCs também devem ser substituídos na indústria por outros compostos químicos.

O objetivo é concluir o banimento até 2040. Além dos equipamentos de refrigeração e ar-condicionado, os HCFCs são usados em espumas como as de colchões, estofados e volantes de carro.

span class=discreetFonte: Portal Brasil, com informações do a class=external-link title= href=https://www.mma.gov.br/ target=_selfMinistério do Meio Ambiente/a/span